Turismo Músico-Acadêmico-Ciclístico por Florianópolis - parte 3!Tirei um dia de folga do Congresso e parti para o verdadeiro passeio pela Ilha da Magia! Saí a pé, depois do café da manhã no
Lagoa Hostel, em busca um local onde sabia que encontraria informações sobre
cicloturismo. Não achei o bendito lugar (a rua indicada pelo Google Maps NÃO era a rua real, localizada a alguns quilômetros dali), então saí no rumo, contornando a lagoa; percebe-se que o dia estava mesmo fechado:

Acabei encontrando outro lugar bacana: a loja do camarada Jorge, que também organiza eventos de cicloturismo, o Pedalando pela Paz. Por sorte, cheguei instantes antes de ele partir para mais um longo pedal; abaixo, a loja já fechada:

Pedi a ele uma sugestão de um passeio curto, para alguém que não conhece a cidade, aproveitar o dia pedalando, e tal. A sugestão foi seguida à risca e até ampliada: alugar uma bike logo mais à frente, seguir até um certo terminal de barco, onde embarcaria com a magrela, até uns restaurantes bacanas na
Costa da Lagoa. Esse passeio de barco, seguido de almoço, havia
passado na TV uns dias antes, num domingo no Esporte Espetacular. De lá, eu voltaria num outro barco, para outro terminal, até devolver a bike alugada.
Pois bem, segui o passeio à risca e ainda visitei o
Projeto Tamar, onde comprei presentes para mim e para minha digníssima (desculpe aos outros, foi até onde meu cartão Visa deixou!!). Mas voltemos um pouco: após alugar a bike péssima, tirei minha primeira foto ainda na Lagoa. A placa atesta que a qualidade da água é própria para o banho, já a temperatura...

Tive medo em certo ponto do trajeto, na primeira das duas únicas subidas, e achei melhor deixar aqui registrado o alerta: obesos, cuidado!

Passei pela
Praia Mole, famosa pelas boas ondas para surfistas e pelos points GLBT. Não cheguei a ver a praia, pois a estrada que seguia situa-se um pouco pra dentro do continente, ou melhor, da ilha!! Ao final da segunda subida, o
Mirante Ponto de Vista, cujo movimento denunciava a baixa temporada. Apesar do mau tempo, tirei algumas fotos:


De lá segui meu rumo até o Terminal Lacustre mas, como já disse anteriormente, cruzei no caminho com o
Projeto Tamar, e registrei o momento da respiração da tartaruga marinha:

Depois das compras (para você que não ganhou presente, pode acessar a
loja virtual do Projeto Tamar), segui um pedaço por uma rodovia, até achar a placa que procurava:

Segui pelo próximo trecho absolutamente sozinho, primeiramente um asfalto já destruído, depois terra batida, em meio a árvores absolutamente secas... Não tive coragem de parar e fotografar, queria sair dali! Na volta ao asfalto, já que parecia não ter ninguém mesmo, registrei o deserto (na verdade, um mangue) que atravessava:

E tirei umas quinze mil fotos tentando me enquadrar junto à bicicleta e à sacola de compras, para provar que era eu mesmo quem estava lá!

Finalmente cheguei ao Terminal Lacustre, que amargava a baixa temporada:

Enquanto não embarcava, aproveitar para registrar uns instantâneos e flagrei o lixo, que é mais raro em Florianópolis mas também existe - será que culpa dos turistas? Hum, pela garrafa de água sanitária, acho que não. Aviso que recolhi e depositei no lugar devido:

Enquadradas abaixo, meus meios de transporte no dia: estaria eu num porto de bikes?

E pedal comendo solto no meio da lagoa:

A aventura continua no
próximo capítulo!
2 comments:
adorei esse blog... super criativo, inteligente, emocionante... como vc! Lindo!
Elogio vindo de mae é extremamente suspeito...hahaha *Brincadeira* eu tb gostei bastente do relato!
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