Hoje descobri um teste daqueles que muita gente, inclusive eu, gosta de falar que evita, que não perde tempo com isso, mas, curioso, resolvi fazer. E achei bacana; fiquei até com aquela pontinua de "orgulho" de ter chegado num resultado que considero tão bonito a respeito de mim. E que também não deixa de ser uma baita coincidência. Já explico: o teste era
Que livro é você?
Se você fosse um livro nacional, qual livro seria?
Se você fosse um livro nacional, qual livro seria?
Foram 10 questões, daquelas que você fica intrigado pois a maioria das respostas propostas não fecham totalmente com o que pensamos. Aí, sobra escolher aquela que está menos longe, eliminando as que parecem não caber. O resultado, pra mim, foi que eu, numa prateleira de biblioteca, seria o:
"Antologia poética", de Carlos Drummond de Andrade
E o teste ainda dá uma explicadinha para o resultado, e é aí onde cada um pode concordar, discodar, se reconhecer, etc:
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"O primeiro amor passou
O segundo amor passou
O terceiro amor passou
Mas o coração continua"
Estes versos tocam você, pois você também observa a vida poeticamente. E não são só os sentimentos que te inspiram. Pequenas experiências do cotidiano – aquela moça que passa correndo com o buquê de flores, o vizinho que cantarola ao buscar o jornal na porta – emocionam você. Seu olhar é doce, mas também perspicaz.
"Antologia poética" (1962), de Drummond, um dos nossos grandes poetas, também reúne essas qualidades. Seus poemas são singelos e sagazes ao mesmo tempo, provando que não é preciso ser duro para entender as sutilezas do cotidiano.
------------O segundo amor passou
O terceiro amor passou
Mas o coração continua"
Estes versos tocam você, pois você também observa a vida poeticamente. E não são só os sentimentos que te inspiram. Pequenas experiências do cotidiano – aquela moça que passa correndo com o buquê de flores, o vizinho que cantarola ao buscar o jornal na porta – emocionam você. Seu olhar é doce, mas também perspicaz.
"Antologia poética" (1962), de Drummond, um dos nossos grandes poetas, também reúne essas qualidades. Seus poemas são singelos e sagazes ao mesmo tempo, provando que não é preciso ser duro para entender as sutilezas do cotidiano.
Coincidências foram no mínimo duas: primeiro, além de ter a ver com o que penso, tem a ver inclusive com a descrição que que tentei fazer de mim no subtítulo deste blog. De fato, o resultado destes testes, pra que seja um teste de sucesso, tem que bater ou com o que a gente quer ser, ou com o que a gente quer que pareça ser! Segundo, o fato de eu estar morando em Itabira, terra do autor do livro que eu sou, segundo o teste! Pra quem não conhece, a casa de Drummond, no centro histórico:
Amigo é Casa - http://www.youtube.com/watch?v=2y26ytzo4k4


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